Lançamento do filme "Memórias Torturadas" em Minas Gerais



O filme "Memórias Torturadas: A Ditadura e o Cárcere no Paraná" que traz o registro audiovisual da primeira temporada desta peça no Presídio do Ahú, será lançada no dia 04 de dezembro de 2013, durante o evento "Direitos Humanos, Arte e Democracia - Memórias e Reflexões sobre os 50 anos do golpe civil - militar" na Universidade Federal de Uberlândia, Minas Gerais.

Nota de Falecimento



Faleceu, em 24 de novembro de 2013, o grande e generoso ator Paulo Hey, 48 anos, de cardiopatia. Nesta peça protagonizou os personagens Jodat Nicolas Khury e o Interrogador.

Possa seu legado e imensa obra servir de exemplo à classe artística paranaense.

Cena de "Memórias Torturadas" em matéria sobre ditadura militar no Paraná

Segunda parte do programa sobre tortura do 'Meu Paraná', da RPC TV. Emocionantes depoimentos dos presos políticos Oswaldo Alves, Ildeu Manso Vieira Júnior e Narciso Pires, este último presidente do Grupo Tortura Nunca Mais Paraná.

Novamente e peça "Memórias Torturadas: A Ditadura e o Cárcere no Paraná" ilustra o trabalho, com cena do interrogatório, protagonizado pelos atores Paulo Hey (interrogador da DOPS) e Carlos Eduardo Vilas Boas (Ildeu Manso Vieira). Sensível e útil trabalho da jornalista Cristina Graeml, que faz cumprir a verdadeira função social da mídia.
 

Cenas de Memórias Torturadas em programa sobre tortura no Paraná



O programa Meu Paraná, da RPC TV, trouxe o depoimento de Gehad Hajar acerca da Revolução Federalista, e o de Dona Liamir Hauer, testemunha da repressão nos anos 30.
Ilustra a matéria, também, parte da peça Memórias Torturadas, montada em 2012 no Presídio do Ahú, com a cena inicial do Carlos Eduardo Vilas Boas de ponta cabeça.
Belo trabalho jornalístico de Cristina Graeml, que merece ser assistido.

O preço para continuar vivo (Gazeta do Povo)

Francisco Pancho Camargo
10/03/2013
Resgatando a memória
Nome de praça em Curitiba, no bairro Campina do Siqueira, Jodat Nicolas Kury é um dos autores de “7 de Amor e Violência”, ao lado de Walmor Marcelino, Oscar Milton Volpini, Sylvio Back, Valêncio Xavier, Nelson Padrella e Elias Farah. De 1966, o livro, com apresentação de Hélio Pólvora, é apontado como “a primeira atitude cultural do país a se opor ao golpe de 64”. Com o aumento da repressão, a segunda edição foi confiscada na gráfica.
No ano passado, no 21º Festival de Teatro de Curitiba, “Memórias Torturadas – A Ditadura e o Cárcere no Paraná”, mostrou parte do drama vivido por presos políticos no Presídio do Ahú.
O próprio presídio, já desativado, foi o cenário para a peça de Gehad Hajar, com direção do próprio Hajar e de Carlos Vilas Boas.
Uma das histórias é de Jodat Nicolas Kury. Pela violência sofrida, não diferente das outras.

"Memórias Torturadas" no lançamento da Comissão Estadual da Verdade



Documentário produzido para a cerimônia de lançamento da Comissão Estadual da Verdade do Paraná, no Teatro da Reitoria da UFPR, em 06/05/2012. 

Traz o nosso depoimento (Gehad Hajar), e de alguns presos políticos paranaenses, com imagens do cenário da peça "Memórias Torturadas - a Ditadura e o Cárcere no Paraná", na antiga Penitenciária do Ahú.

Memórias Torturadas é eleita melhor peça do Fringe

A peça "Memórias Torturadas: a Ditadura e o Cárcere no Paraná" foi escolhida como a melhor peça do Fringe e a 6º melhor de todo o 21º Festival de Teatro de Curitiba, pelo Jornal Comunicação da UFPR.

Veja em: http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/?p=11068

E-Paraná

Texto de apresentação no programa impresso



Numa democracia todos contam sua história. Isso pode diferenciar a democracia da tirania.
Ainda assim, nosso Estado não tem memorado os anos de chumbo, e suas consequências para a atualidade.
O Paraná parece sofrer de amnésia histórica.
Porquanto, hoje, Curitiba é a cidade com maior índice de jovens que desejam a volta da ditadura, segundo pesquisa realizada em 2006, o que estarrece qualquer indivíduo que defenda a liberdade e o estado democrático de direito.
São sete longos anos de pesquisa em arquivos, livros e entrevistas, para o atual resultado pragmático.
Narrar quatro vidas aprisionadas, exatamente no mesmo ambiente onde tudo ocorreu, vai além dos ineditismos. Remete o público a ser parte integrante do meio, sorvendo por todos os sentidos a experiência do cárcere e do sofrimento pela luta de um ideal legitimo.
A tentativa da equipe – que presto os maiores agradecimentos – foi unir várias linguagens artísticas à história: a literatura através do texto, as artes cênicas pela peça em si, as artes plásticas nas concepções das instalações e cenografia, o cinema pelo produto audiovisual da produção e a música com a identidade sonora.
Acreditamos, assim, cumprir a função social da arte: formar, informar e disformar.

Gehad Ismail Hajar

(Portal Terra) Festival de Curitiba: público vai ao presídio acompanhar peça




O espetáculo 'Memórias Torturadas', que conta a história de presos políticos paranaenses durante a ditadura militar se passa exatamente no mesmo local .... Foto: Divulgação

O espetáculo 'Memórias Torturadas', que conta a história de presos políticos paranaenses durante a ditadura militar se passa exatamente no mesmo local onde ocorreram as torturas, o presídio do Ahú.
Roger Pereira
Direto de Curitiba
O Festival de Teatro de Curitiba ocupa nada menos que 72 diferentes espaços cênicos na capital paranaense. Teatros, bares, casas, praças, parque e ruas da cidade estão tomados por artistas nos 13 dias de apresentação. Mas, na edição de 2012, uma peça do Fringe, a mostra paralela do Festival, chamou a atenção pela ousadia. O espetáculo Memórias Torturadas, que conta a história de presos políticos paranaenses durante a ditadura militar se passa exatamente no mesmo local onde ocorreram as torturas, o presídio do Ahú, hoje desativado.

Em aproximadamente uma hora de apresentação, o público passa por momentos angustiantes, percorre as galerias escuras do presídio, assiste a uma cena de tortura no pátio central da prisão e, na sequência sobe para o terceiro andar de alas de celas, onde acompanha a história real de Ildeu Manso Vieira, militante comunista preso com seu filho, Ildeu Júnior, na década de 1970 e seus companheiros de cárcere.

Com relatos pessoais colhidos do livro de Ildeu, Memórias Torturadas e Alegres de um Preso Político e fatos históricos colhidos nos arquivos públicos do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), o autor do texto, Gehad Hajar, conta o drama dos presos políticos, as várias formas de tortura a que foram submetidos e alguns detalhes curiosos e esquecidos na história paranaense, como a passagem de um dia de Ernesto Che Guevara por Curitiba e uma guerrilha que se armava no Parque Nacional do Iguaçu.

Memórias Torturadas foi a última peça a entrar na programação do Festival de Curitiba, tendo sido confirmada apenas em janeiro deste ano, isso porque a produção teve uma longa batalha política para conseguir autorização para encenar dentro do prédio, que hoje pertence ao Tribunal de Justiça do Paraná, que construirá o novo Centro Judiciário no local.

"A ideia só faz sentido aqui no presídio, se formos levar o espetáculo para fora, teremos que reescrever todo o texto. Trouxemos o público para cá para sentir um pouco da sensação. Sabe-se lá quantas pessoas foram torturadas e até morreram aqui dentro", contou Hajar. "O objetivo é causar um mal-estar mesmo, para que as pessoas dêem mais valor a quem deu a vida para termos um país democrático", prosseguiu.

O pesquisador disse que idealizou o espetáculo após ler em jornais uma pesquisa publicada em 2006 em que Curitiba era a cidade com o maior número de jovens que queria a volta da ditadura militar, com o argumento de que se teria mais segurança. "Adorei que o público está cheio de jovens. Foi para eles mesmo que escrevemos essa peça. Mesmo porque eu não vivi a ditadura, não tenho a real dimensão do que esses presos passaram. Mas, quero mostrar que pessoas morreram, ou ficaram loucas para que a gente viva em uma democracia e que democracia não é eleição direta, é o exercício diário", declarou.

Na plateia da estreia, vários membros da família de Ildeu, que morreu em 2000, acompanharam a história, entre eles, Ildeu Júnior. "Estou angustiado, me preparei bastante para suportar o pavor de voltar aqui, de não desabar", disse ao chegar ao local. "Foi sensacional, bastante real, fidedigno ao horror que vivemos. Tomara que sirva para esclarecer aos que acham que a ditadura foi branda no Paraná. Meu pai morreu em 2000 sendo torturado, estava preso em uma cama de UTI e gritava por liberdade. Mas, apesar de a ditadura ter desestruturado nossa família, tenho bem clara a sensação de que nada foi em vão", concluiu.

http://diversao.terra.com.br/arteecultura/noticias/0,,OI5705358-EI3615,00-Festival+de+Curitiba+publico+vai+ao+presidio+acompanhar+peca.html#tarticle

INGRESSOS ESGOTADOS

Informamos que para esta temporada do Festival de Curitiba, todas as sessões estão esgotadas - incluindo as sessões extras.

Agradecemos a presença e compreensão de todos!

A Produção

Peça dentro do Ahú tem sessões extras (Gazeta do Povo)

Memórias torturadas trata da história verídica de quatro presos políticos da ditadura militar

Com 106 anos e desativada há três, a Penitenciária do Ahú abriga de quinta a sábado que vem o espetáculo Memórias torturadas: a ditadura e o cárcere no Paraná, um sucesso de público no Fringe. O espetáculo já teve apresentações na semana passada. A procura foi tanta que a montagem ganhousessões extras, que serão realizadas às 21 horas de quinta (05) a sábado (07).
Mais do que assistir a um espetáculo, o espectador é colocado no centro da trama e transita pelo pátio, galerias e celas sombrias do prédio impregnado de história e drama dos milhares de detentos que ali ficaram.
Os espectadores, por sua vez, precisam seguir algumas regras: celular desligado (como em todo espetáculo) e só ficar em grupo, sempre acompanhado por policiais de verdade. Apesar de desativado, a delegacia ao lado do presídio abriga 80 detidos em caráter provisório.

Presídio vira palco de teatro (Rede Record)

Memórias Torturadas na Gazeta do Povo

 

Leia a matéria completa aqui

Entrevista na Rádio CBN


Ouça clicando aqui

Anos de chumbo (Gazeta do Povo)

Carlos Vilas Boas interpreta Ildeu Manso Vieira, um dos presos políticos detidos no Presídio do Ahú na década de 70: relatos de tortura

Peça curitibana, que estreia no Festival de Teatro, será encenada no Presídio do Ahú e desencava fatos reais e pouco conhecidos sobre a tortura no Paraná durante a ditadura militar

É difícil responder à pergunta “que peça você recomenda no festival?” Mas um gênero que pode ser indicado, sem dúvidas, é o de peças apaixonadas. São trabalhos que partem de muita pesquisa e um ideal, como Memórias Torturadas – A Ditadura e o Cárcere no Paraná. A proposta partiu do ator Gehad Hajar, que também é pesquisador e estudou Direito, Ciência Política e Pedagogia. Incomodado com uma enquete realizada em 2006 em que Curitiba mostrou ter o maior número de jovens brasileiros que desejam o retorno da ditadura militar, ele resolveu buscar histórias reais que jogassem luz sobre as agressões praticadas durante os anos de chumbo no Paraná. “É um tema que nunca foi trabalhado. É como se não tivesse acontecido”, disse Hajar à Gazeta do Povo.


Três celas foram transformadas em cenários com objetos da própria prisão

A pesquisa começou no Arquivo Público do Estado, onde estão documentos do Departamento de Ordem Política e Social (Dops). Hajar também pesquisou em edições da época da Gazeta do Povo e no livro Memórias Torturadas e “Alegres” de um Preso Político, de Ildeu Manso Vieira.
“Fui o primeiro a abrir algumas daquelas pastas e vi um material riquíssimo. Inclusive documentos que provam que Che Guevara passou por Curitiba.”
Essa e outras informações foram sendo incluídas na trama, que se passa no único lugar julgado pela equipe como adequado: o Presídio do Ahú, por cujas celas passaram presos políticos na década de 70 durante a Operação Marumby, braço da Operação Condor – aliança de regimes militares na América do Sul para eliminar adversários políticos – no Paraná. Pela prisão desativada em 2006 já passaram os elencos da série O Astro, dos longas-metragens 400 contra 1 e Estômago e do curta A Fábrica.
Almas
O cenário e o horário escolhido (meia-noite) se somam para compor o clima de medo e mistério da peça, que começa ainda do lado de fora do presídio. Ao en­­trar pelos corredores gelados, o público ouvirá um áudio que remete à alma de um dos presos-narradores.
Dos torturados pesquisados, foram selecionados quatro como personagens. Ildeu, interpretado por Carlos Vilas Boas, foi preso no Ahú junto com o filho, adolescente de 17 anos. Os outros são Jodat Nicolas Kury (Paulo Ney), Jacob Schmidt (Martin Esteche) e Diogo Affonso Gimenez (Ricardo Alberti), estivador que teve papel relevante na comunidade formada na prisão. O elenco se completa com Ithamar Kirchner, que faz um carcereiro.
A maior parte dos diálogos se dá em três celas situadas numa galeria no terceiro andar do presídio. Nesses cubículos, o artista plástico Gustavo Krelling criou interferências a partir de objetos encontrados ali mesmo pela produção do espetáculo – uma cadeira, documentos, um urinol, e cadernos estampados com o rosto de Cristo.
Nas paredes, ele gravou o nome dos encarcerados, assim como palavras de ordem e outras referências. “A cadeia já é um espaço muito cenográfico. Não quis mexer muito. Me inspirei na obra de Artur Barrio, português que se definiu como marginal e usava muito carvão, cordas e objetos assim.”
Não há cenas de agressão, apenas relatos verbais. A tortura era proibida no Ahú – o que não impedia que os presos fossem levados para apanhar em outros locais. Um dos assuntos debatidos pelos personagens – e garimpado por Gehad nos documentos de época – é a concentração de forças rebeldes contrárias à ditadura no Oeste do Paraná, guerrilha em formação desmantelada após delação.
Curitiba, capital do Brasil? Esse fato, ocorrido durante quatro dias em 1969, também é abordado. O grande interesse pelo tema por parte dos 32 membros da equipe faz de Memórias Torturadas uma peça apaixonada. “Coloquei no meu currículo que já lavei chão de cadeia”, brinca a coordenadora de produção, Beth Capponi.
Serviço:
Memórias Torturadas – A Ditadura e o Cárcere no Paraná. Presídio do Ahú – entrada pelo portão grande (Av. Anita Garibaldi, 750 – Ahú), (41) 8414-8416 e (41) 9633-7169. Dias 29, 30 e 31 de março e 5, 6 e 7 de abril, às 23h59. Classificação indicativa: 16 anos. R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada, mais R$ 3 de taxa de conveniência). 

http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/festivaldecuritiba/conteudo.phtml?tl=1&id=1236093&tit=Anos-de-chumbo#ancora

Depoimento de Catarina Rielli Vieira, neta do personagem protagonista da peça


"Quando li, fiquei perplexa.
Ildeu é meu avô.

Falar sobre a ditadura e suas implicações na vida da minha familia nunca foi fácil. As burocracias com indenizações e outras coisas juridicas, junto com reportagens que anulam a existencia de ditadura no Paraná, e de notícias que mostram que os torturadores estão soltos, apenas abre a ferida que nunca se fechou. Há anos vejo meu pai e meus tios, se emocionarem com filmes, músicas, documentários que dizem respeito a essa época. Não era fácil para uma criança ver as exepressões de uma dor tão cronica sem entender porque. Hoje eu entendo essa dor, hoje essa dor faz parte de mim. Como diz no livro, meu avô ficou tres anos preso no Ahú, e meu pai, ainda pequeno, era o correio entre ele e o partidão. Meu pai conta das tardes que ia jogar bola no presidio, ou quando a policia revirava a casa assustando sua mãe,minha avó.. ou de mudarem de cidade inumeras vezes fugindo da polícia... meu tio, também Ildeu, escutou os gritos de meu avô na sala de tortura. São machucados que não se cicatrizarão apenas com justiça. A ditadura no Paraná existiu, e o assunto não deve ser evitado como vem sendo a anos!
Hoje, deparamos com outras repreensões, com outras caixas e outras dores. É horrível estar sufocado, ter forças mas estar acorrentado.
Em nome de toda família, elogio e a gradeço a iniciativa!

E aviso - eu, minha mãe, meu pai, e meu tio estaremos para a estréia.
Será um momento histórico, depois de tantos anos, meu tio e meu pai voltarem no lugar onde estiveram com frequencia quando pequenos, dessa vez para tomar uma dose de lágrima de fenix.

Mais uma coisa, Curitiba é mesmo um ovo. Julio Manso, meu pai, deu aula no colégio Integral, para o ator Martin Esteche."

Fotos originais dos presos políticos na Penitenciária do Ahú

Crédito: Narciso Pires | Acervo: Grupo Tortura Nunca Mais



Duas primeiras imagens: Interior da Penitenciária do Ahú. Sentados - Ildeu Manso Vieira, Narciso Pires e Diogo Afonso Gimenes. Em pé - Osiris Boscardin Pinto, Mario Siqueira, Antonio Brito Lopes.

Make Off II

Crédito: Beth Capponi











Release II

A poucos dias da estreia, depoimento emociona elenco de  “Memórias Torturadas – A Ditadura e o Cárcere no Paraná”

Neta do personagem central da trama se emociona com o roteiro do espetáculo que será encenado no presídio do Ahú, no Festival de Curitiba

“Quando li fiquei perplexa. Ildeu é meu avô”. Essas foram as palavras que iniciaram um e-mail recebido pela produção do espetáculo “Memórias Torturadas – A Ditadura e o Cárcere no Paraná”, enviado por Catarina Rielli Vieira, neta do personagem central da trama, Ildeu, a poucos dias da estreia.

No texto, ela conta que falar sob re a ditadura e suas principais implicações na vida da família nunca foi fácil. “As burocracias com indenizações e outras coisas jurídicas, junto com reportagens que anulam a existência de ditadura no Paraná, e de notícias que mostram que os torturados estão soltos, apenas abre a ferida que nunca se fechou. Há anos vejo meu pai e meus tios se emocionarem com filmes, músicas, documentários que dizem respeito a essa época. Não era fácil para uma criança ver as expressões de uma dor tão crônica sem entender porque. Hoje eu entendo essa dor, hoje essa dor faz parte de mim”, ressalta.

A peça, além de convidar o público pra uma imersão nas antigas dependências do Presídio do Ahú, traz à tona informações curiosas sobre a ditadura militar no Paraná. “A ditadura no Paraná existiu e o assunto não deve ser evitado como vem sendo há anos, ressalta Catarina, que garantiu presença na estréia do espetáculo: “E aviso: eu, minha mãe, meu pai e meu tio estaremos na estreia. Será um momento histórico, depois de tantos anos, meu tio e meu pai voltarem ao mesmo lugar onde estiveram com frequência quando pequenos, dessa vez para tomar uma dose de lágrima de fênix”, finaliza.

Trama:

A peça conta a história de um homem e seu filho menor de idade que repentinamente são presos no Ahú e passam a conviver com torturas corporais e psicológicas.

Junto na minúscula cela, estão três outros personagens, ideólogos, que desenrolam conversas acaloradas, e muitas vezes fraternais, revelando informações sobre a luta pela democratização do país que deu início na década de 80 com as "Diretas Já". Estes diálogos trazem informações pouco conhecidas, como a secreta passagem de Che Guevara por Curitiba ou o maior esquema de guerrilha que se armava, no oeste paranaense.

Os fatos históricos são revelados e intercalam-se com as histórias pessoais e a angústia do cárcere humano.  “É necessário compreender o valor da luta e do sangue vertido daqueles que deram suas vidas para que hoje tenhamos essa democracia. Entender o processo de democratização vai além de questões partidárias ou ideológicas, é saber sobre nossa identidade brasileira", aponta Hajar.

Ele reforça que a peça é dedicada àqueles que foram presos e/ou perderam a vida pela luta no afã de um estado democrático de direito.

O ineditismo do espetáculo está no tema sobre a ditadura militar no Paraná e o cenário. A montagem vem em boa hora, pois o Tribunal de Justiça irá transformar o local em Centro Judiciário a partir deste ano.


SERVIÇO:

DATA: Dias 29, 30 e 31 de MARÇO e 05, 06 e 07 DE ABRIL DE 2012

LOCAL: Penitenciária Ahú;

ENDEREÇO: Av. Anita Garibaldi, 750 – Ahú - Entrada de Segurança – portão grande (com sinalização);

HORÁRIO: 23h59

INGRESSOS: R$ 30,00/ R$ 15,00 (www.festivaldeteatro.com.br)

Não é permitido o uso de celulares no local.


FICHA TÉCNICA

Texto: Gehad Hajar
Direção: Carlos Vilas Boas e Gehad Hajar
Elenco: Carlos Vilas Boas, Paulo Hey, Martin Esteche, Ricardo Alberti, Ithamar Kirchner
Produção: BG Produções Artísticas
Coordenação de Produção e Fotografia: Beth Capponi
Assistente de Produção: Leila Nunes
Cenografia e Figurino: Gustavo Krelling
Maquiagem: Roque Correa
Vídeo documentário: Z1 Audiovisual
Vídeo divulgação-viral: Estevan Reder
Cenotécnico: Icaro Calafange
Iluminação e Som: Felipe Rorato
Criação gráfica: Izabelle Walenga
Comunicação: Luiz Eduardo Giasson e Mariane Antunes

Informações e contato:
Beth Capponi – 9633-7169
Gehad Hajar – 8414-8416

Realizadores | Produção

TEXTO | PESQUISA

Gehad Hajar: Pesquisador, atua em varias frentes de pesquisa acerca da história do Paraná, de Curitiba, e dos povos árabes.
Atividades Musicais - iniciou seus estudos musicais na década de 90 com a renomada violinista Moema Vitória Cit. Foi também aluno da professora Bianca Bianchi e da maestrina Hella Gilda Wall Epp. Atualmente compõe a singular Orquestra Rabecônica do Brasil, como rabequista. Compôs a Orqu
estra Filarmônica da UFPR (1997 - 2002), como violinista e fez parte da Orquestra de Câmara e da Orquestra Júnior, também da UFPR, onde participou da gravação do CD "Impressões" (1998).
Atividades Literárias - organizou a coleção oficial do Sesquicentenário do Paraná, publicada em cinco volumes pela Imprensa Oficial (2003 - 2004). Escreveu as peças: "Uma Viagem ao Oriente" estreada no Teatro Guaíra (2005), "Lágrimas Para a Vitória" (2006) e "Fandango do Paraná (2008). Possui outras tantas publicações nas áreas de história e direito. Foi premiado pelo Concurso de Monografias Históricas, da FIEP/SESI/CLP, com a obra "Barão do Serro Azul, o homem, o empresário e o heroi na história do Paraná.
Atividades Cênicas - atuou como ator e produtor nas peças "O Manuscrito Encontrado numa Garrafa", de Edgar Allan Poe (1997); "Fandango do Paraná" do Grupo Meu Paraná (2008); "Olha Aqui Seu Capitão" (2009) e "Um Homem Chamado Francisco" do Grupo Os Atormentados (2010); "Erótico" Teatro Marina Machado (2010); "Minha Eterna Namorada" no Teatro Rodrigo D'Oliveira (2011) e "Nós" pela Cia. de Repertórios Populares (2011). Participou da novela "Obsessão" da TV Transamérica (2008) e do seriado "A Saga" da TV Brasil.
De 2005 a 2007 foi bailarino no grupo raiaton mina shark.
Rádio - Foi ator de rádio novela, atuando na produção “Segredos do Oceano” da Rádio Colombo, em 2008. Em 2007 foi comentarista do semanário "Cidadão João", da Rádio Globo.
Formação Acadêmica - Bacharel em Direito (PUCPR), especialista em direito socioambiental (PUCPR), licenciado em pedagogia (UFPR), bacharelando em ciência política (Facinter).
Pesquisador - Palestrante, concedeu mais de quarenta entrevistas a diversos veículos de Rádio e TV, acerca da história de Curitiba e do Paraná.
É Conselheiro Municipal de Cultura do Município de Curitiba, eleito pela regional Portão.


COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Beth Capponi: Estudou cinema documentário com Tobias Khol (ONU – Discovery Channel) na Academia Internacional de Cinema, com ele, realizou três documentários como Coordenadora de Produção: “On The Road”, “Cavaleiros de Jorge”, e “Curitiba Rock Festival” 2005. Na mesma escola, atuou como Relações Públicas durante sua instalação e foi responsável pela exibição dos filmes dos alunos nos Espaços Unibanco de Curitiba e São Paulo. Coordenou a produção do vídeo institucional de ITAIPU BINACIONAL (veja o vídeo aqui)em exibição no Centro de Visitantes da Referida Usina. Gerente de atendimento e Produção por 02 anos da Vision Art Produções (Curitiba) onde foi responsável pela direção do programa de esportes “Conexão Radical” exibido pela SBT para todo o estado. Atua na área de elaboração de projetos junto a Lei Rouanet e demais editais e Leis de Incentivo atendendo empresas e classe artística. Publicou recentemente o livro “Cantigas de Roda” pelo Mecenato Municipal com patrocínio da Kraft Foods. Em andamento com empresa Edições Guairacá fundada em parceria com o historiador e pedagogo Gehad Hajar, a edição e publicação dos livros: “Ensaios de João Turin”, “Palácio da Luz: O Prédio da Universidade Federal do Paraná”, “Guairacá – O Primeiro Herói Nacional” e “Barão do Serro Azul – Vida e Obra do Herói Nacional” (Lei Rouanet) e “Para Cantar e Brincar” (Mecenato Muncipal). Produziu o espetáculo “Flash Back” com direção de Flávio de Souza (Castelo Rá-Tim-Bum / Sai de Baixo) 2010 Teatro Guaíra. Realizou eventos nas duas edições da Virada da Corrente Cultural de Curitiba, em 2010 “Panelaço: Ao Ivo e a Cores” palco de música independente, e em 2011, “Panelaço: O Dia dos Contrários” uma homenagem ao poeta Marcos Prado com música e poesia e a vídeo instalação “Águas Plácidas” exibida em Paris em 2009 durante a Nuit Blanche.

Elenco


ILDEU MANSO VIEIRA (PRESO POLÍTICO PROTAGONISTA)

Direção - Carlos Vilas Boas: é ator profissional há 11 anos formado em diversos cursos livres de teatro, canto, dança e workshops. No teatro, trabalhou com diretores como Moacir Chaves, Rodolfo Garcia Vasquez, Fátima Ortiz, George Sada, César Almeida, Laércio Ruffa, Tony Silveira e Paulinho Maia. Dos 22 espetáculos em que já atuou destacam-se: MEMÓRIA, montagem do TCP do Teatro Guaíra (2006); O MENINO MALUQUINHO, na 4ª.montagem da Vogue Produções (2007/2009); SOBRE VENTOS NA FRONTEIRA (2004); TEMPO DE AMAR, último espetáculo teatral da atriz Lala Schneider (2005); MARIA BUENO e AUTORIDADE DO DESEJO. Dentre eles, 3 espetáculos indicados e premiados em várias categorias do troféu Gralha Azul. Passou por duas vezes (2002 e 2009) pela Escola do Ator Cômico, entrando em contato com o trabalho de Jaque Lecoq, onde trabalhou intensamente a improvisação, a mímica, clown e a Commedia Dell’Arte, com o diretor Mauro Zanata.
Em 2008 inicia seu trabalho na função de diretor, desde então já são 3 espetáculos, incluindo O MÉTODO (2010), do dramaturgo Mário Bortolotto. Em vídeo tem também vasta experiência com mais de 250 VTs comerciais e institucionais, e 11 filmes entre curtas, um longa e um média. Formado em Licenciatura em Letras – Literatura da Universidade Castelo Branco em parceria com SION-IESDE(PR), já tendo passado pelo curso superior de Artes Visuais da Universidade Tuiuti(PR) onde também realizou a oficina de Performance – O Corpo e o Espaço.


JODAT NICOLAS KURY (PRESO POLÍTICO)
LUIZ ANTÔNIO (INTERROGADOR DO DOPS)

Paulo Hey: ator com vasta experiência em teatro, televisão e cinema, com DRT profissional pelo SATED – RJ 012.670. Atuou no teatro nos espetáculos Tartufo (Comédia de Moliére século XVII) com Direção de Kelli Varella,Yorkut.com (Comédia de costumes) e Síndrome de Estocolmo com Direção de Marcos Zeni, todos esses espetáculos com temporada no Espaço Cultural Odelair Rodrigues. Desde de que o Samba é Samba (musical) com Direção de Paulinho Aguiar, Morte, Direção de Antonio Ney Braga com texto original de Wood Allen; O Arrancadentes  (Comédia Dell’arte) com Direção de Rodrigo Rangele texto original de Flamínio Escalla todos eles com temporada no Espaço Cultural Amadeu Celestino – Retiro dos Artistas – RJ; A  Última Valsa  (Festival de Teatro de Curitiba) na Casa Hoffman  com Direção e texto de Rodrigo Ayalla. Sua experiência em cinema começa com a formação de Atores pela AIC – Academia Internacional de Cinema (http://www.aicinema.com.br/) onde atuou em inúmeros trabalhos em curta metragem, entre eles: Corta – Direção – Fulton Nogueira – AIC; Mactabilis – Direção – David Matos – AIC; Control Zerros – Direção Arnaldo Belotto e Artur Tuotto – AIC; Catarina – Direção – Diogo Marques – AIC; Esperando Mariana – Direção – Marcos Farion e Larissa Guimarães – AIC; Insubordinação – Direção -Rafael Bittencurt – Centro Europeu • (Festival de Gramado 2009); Sombra na Alma -  Direção -  Costa Rebelo – Filmcenter; Caminhando para Vida – Direção – Luigi Franceschi. Com longa metragem, sua experiência começa em Corpos Celestes – Direção – Fernando Severo e Marcos Jorgee atua no aclamado 400 contra 1 – Direção – Caco Souza. Na televisão, participou de Mistérios de Um Coração Adormecido com Direção de Fernando Severo e Beto Carminatti – RPC, O Juiz Que levou Uma Bolada com Direção de Fernando Severo e Beto Carminatti – RPC; O Trem da Meia Noite com Direção de Diego Lopes – RPC; Lição de xadrez com Direção de Luigi Francesc – RPC e As mocinhas da Cidade dirigido por Fernando Severo e Beto Carminatti – RPC.

DIOGO AFFONSO GIMENEZ (PRESO POLÍTICO)

Ricardo Alberti: Espetáculos: 2000 ENQUANTO ISSO, Teatro da Reitoria, 2001 ALÉM DA PELE, Teatro da Reitoria, Teatro de, Antonina, Teatro de Palotina, 2002 SEDE, Teatro da Reitoria, Teatro de Antonina, 2003 TRILHAS E VEIAS, Teatro da Reitoria, 2004 DEZ, Teatro da Reitoria, Teatro de Antonina,Teatro de Palotina, 2005 DEZ+1, Teatro da Reitoria, Teatro de Antonina, 2006 SE ME PERMITEM OS ASTROS, Teatro de Antonina, 2006 OS DOZE TRABALHOS DO JECA, Teatro da Reitoria, 2008 O AMOR É UM ROCK, Teatro da Reitoria, Teatro de Antonina, Pé no Palco Atividades Artísticas, 2008 FEIJÃO COM PIPOCA, VODKA NO PIRES, Teatro da Reitoria 1997-1999 Coral Livre instituição Conservatório de MPB, Fundação Cultural de Curitiba regência Maestro Marcos Leite função cantor barítono atividades teatrais, 2011 Eu Não Tenho Coragem de te Olhar Enquanto Eu Digo o Que Tenho pra te Dizer local Pé no Palco Atividades Artíticas texto adpatação de Domingos de Oliveira direção Alexandre Bonin; função adaptação de texto, ator, produtor, programador visual e cenógrafo
Cinema: 2010 O Senhor é um Velho Hippie? curta ficcional direção Marcos Marques duração 15’; Garoto Barba curta ficcional direção Christopher Faust duração 15’; 2008 Casa Verde, Uma Solução Habitacional curta ficcional/ institucional direção Everton Isidro duração 9’; 2008 Um Bom Homem curta ficcional direção Gil Marcel Iancoski duração 12’,  2008 Estômago longa ficcional direção Marcos Jorge,  2007 Mistéryos longa ficcional direção Beto Carminatti; 2007 O Clube dos anjos curta metragem projeto de graduação de curso direção Ana Lucia Mello, Bárbara Passos, Tatiana Soncini duração 12’.Cursos e oficinas: 2011 Workshop Fátima Toledo Pé no Palco Atividades Artísticas direção Fátima Toledo; 2011 Marat-Sade, Um espetáculo dedicado à Igreja Universal do Reino de Deus, “a Amazônia é nossa”, “Xuxa ama os baixinhos”, Brasília, “a democracia existe” e “a revista Veja é imparcial” evento Festival de Teatro de Curitiba apresentação teatral local Pé no Palco Atividades Artíticas; 2010 O Método Festival de Teatro de Araucária apresentação teatral local Teatro Municipal de Araucária premiação melhor ator, melhor espetáculo, melhor sonoplastia, melhor direção; 2009 Amo Livro I Bienal do Livro de Curitiba intervenção teatral local Centro de Exposições Unimed; 2009 Por Trás Todo Mundo é Igual Festival de Curitiba local Pé no Palco Atividades Artísticas; 2008 Mínimos Múltiplos Comuns Festival de Teatro de Curitiba natureza local Casa Vermelha; 2008 O Beijo das Orquídeas Festival de Teatro de Curitiba local Casa Vermelha; 2008 Baco evento de aniversário do Alice Bar; 2008 Mínimos Múltiplos Comuns Festival de Esquetes Reikrauss Benemont local Teatro Municipal de Colombo premiação indicado para melhor ator coadjuvante.


JACOB SCHIMIDT (PRESO POLÍTICO)

Martin Esteche: fez curso de interpretação para cinema e TV na escola Primeira Linha e teatro no Centro Juvenil de Artes Plásticas e na Cena Hum Academia de Artes Cênicas. Atuou em diversas Campanhas Publicitárias entre elas Lojas Esplanadas, Unimed, Nutrimental, Gazeta do Povo e Coca-Cola. Participou da minisérie A Saga que vai ao ar em rede nacional pela TV Brasil com o personagem Fubá.









GALDINO (CARCEREIRO)

Ithamar Kirchner: é ator desde 2008, habilitado como Artista em Artes Cênicas pelo Sated-Pr, formado pelo Pé no Palco Atividades Artísticas, é diretor da empresa Alladin Festas e Eventos e atua como ator e co-produtor do Grupo Todomundonú / Grupo Folha Branca. No cinema e na televisão, atuou nas seguintes produções: "Lenda das Encantadas" (em produção), Televisão GRPCOM (Globo Paranaense) – Programa Casos e Causos com direção Beto Carminatti com 12 capítulos fazendo o papel do personagem Mathias, "Suíços Brasileiros – Uma História Esquecida" (2011), documentário dramático com direção Calixto Hakim e duração 52’ e 90’ versão TV e Cinema vivendo o personagem Pastor, "As Mocinhas da Cidade" (2010) em Casos e Causos (programa Revista RPC, filiada a Rede Globo) com direção Fernando Severo e Beto Caminatti, duração 10’, Personagem Virgílio em 2009 participa de "Você é um Velho hippie Senhor?" curta metragem aprovado em Edital da Cultura com direção Marcos Marques e duração 12’, em 2008 pelo Centro Europeu, participa de "Laranja Mecânica" curta-metragem de 3'. Faz parte do elenco secundário do longa-metragem "Estômago" de Marcos Jorge. Em 2007 atua em "O Clube dos Anjos"  curta metragem projeto de graduação de curso com direção Ana Lucia Mello, Bárbara Passos, Tatiana Soncini em 2006 faz duas participações em curta-emtregam, "A Cura"  com direção Thiago Martins Borges e "Sexo, Drogas e Happy And" de Moyses Doroso. No teatro, fez  "La Belle Verte" - Projeto aprovado pelo Mecenato edital 2011 (em produção) - Pé no Palco Atividades Artísticas com direção Alexandre Bonin. "Marat / Sade" (2010 / 2011) pela mesma companhia com direção de Peter Weiss no mesmo ano co-produziu e atuou em "O Método" no Museu Oscar Niemeyer • Festival de Curitiba com texto Mário Bortolotto e direção Carlos Vilas Boas. 2ª Temporada pelo Pé no Palco Atividades Artísticas no Festival de Artes Cênicas de Araucária / premiação de melhor espetáculo, 2 melhor ator, melhor sonoplastia, melhor figurino. Com temporada entre 2007 e 2009 fez "Por Trás Todo Mundo é Igual", "Experimento #4" e "Mínimos Múltiplos Comuns" pela companhia Pé no Palco Atividades Artísticas, em 2008 fez "O Beijo das Orquídeas" no Espaço 2 com direção Priscylla Biasi.
Participou de váris comerciais para a televisão, festivais, eventos e performance.

Equipe Técnica


CENÁRIO | FIGURINO | ADEREÇOS

Gustavo Krelling: iniciou seus estudos de graduação no curso de Indumentária da UFRJ. É formado em Artes Plásticas pela UFPR e Jornalismo pela Universidade Positivo. Trabalhou no desenvolvimento de fantasias e alegorias para a Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense. Assina figurinos para óperas e outros trabalhos artísticos.


ILUMINADOR | SONOPLASTA

Felipe Rorato: atua como cenógrafo, iluminador e sonoplasta. Entre seus trabalhos mais recentes estão à cenografia da Ópera Carmen, apresentada pelo Teatro Guaíra em 2009, com a direção de Walter Neiva. Atuou como cenotécnico e assistente de produção na opereta Ave Maria não Morro, do teatro experimental da UFPR, uma livre adaptação de contos do livro Cancha2 – cantigas para perverter juvenis, de Adriano Esturilho, e criou o cenário do ballet Lendas do Iguaçu, onde a experimentação de diferentes materiais possibilitou a mobilidade cênica dos bailarinos e a apresentação com cenário móvel em diversas cidades paranaenses.
Felipe teve uma longa temporada de trabalhos no Estado de São Paulo, na C3R e na Catum Pocotó, com a produção de mockups temáticos, decorações, fachadas e bufês infantis. Também produziu decorações de natal na Avenida Paulista. Possui experiência no cinema, com a produção do filme Ed Morte e trabalhos para Sindicatos, com a criação e produção de peças para manifestações populares.
Na peça Memórias Torturadas irá atuar como iluminador e sonoplasta.


  
ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO

Leila Nunes: Fotógrafa freelancer, atuou em diversos eventos esportivos estaduais e nacionais, como a Copa Sul-Americana Sub-20 Feminino (2011), e mostras de dança – Companhia Eliane Fetzer (2010) – entre outros. Foi assessora de imprensa e fotógrafa do projeto “Viva o Verão”, do Governo do Estado do Paraná (2009 a 2011). Atuou como assistente de produção local da peça “Namoradinha do Brasil” (2006, Umuarama/PR). É licenciada em pedagogia pela Associação Catarinense de Ensino (ACE).

COMUNICAÇÃO 

Mariane Antunes: é jornalista e atua como assessora de imprensa de artistas e empresas de pequeno e médio porte. No mundo das artes, já fez assessoria para músicos paranaenses como Troy Rossilho e Alexandre França, e para companhias e peças de teatro, como a 1801, IlíadaHomero, Marccão Freire e Grupo de Teatro Tanahora, da PUCPR. Foi assessora de imprensa e produtora de eventos do Grupo Lumen de Comunicação, PUCPR e do PUC Ideias, projeto da Universidade no Festival de Curitiba.
No jornalismo, atuou na Assembleia Legislativa do Paraná e na Associação Paranaense de Cultura. Atualmente é assessora de imprensa na Savananah Ações em Comunicação.